RESENHA: O Mochileiro das Galáxias – O Restaurante no Fim do Universo
RESENHA: O Mochileiro das Galáxias – O Restaurante no Fim do Universo

Título: O Mochileiro das Galáxias: O Restaurante no Fim do Universo

Autor: Douglas Adams

Editora: Arqueiro Páginas: 240

Sinopse: “O que você pretende fazer quando chegar ao Restaurante do Fim do Universo? Devorar o suculento bife de um boi que se oferece como jantar ou apenas se embriagar com a poderosa Dinamite Pangaláctica, assistindo de camarote ao momento em que tudo se acaba numa explosão fatal? A continuação das incríveis aventuras de Arthur Dent e seus quatro amigos através da Galáxia começa a bordo da nave Coração de Ouro, rumo ao restaurante mais próximo. Mal sabem eles que farão uma viagem no tempo, cujo desfecho será simplesmente incrível.”

O Restaurante no Fim do Universo é o segundo livro da série O Mochileiro das Galáxias (leia a resenha do primeiro livro AQUI) e começa exatamente onde o segundo livro termina. Os cinco tripulantes da Coração de Ouro acabaram de deixar o planeta Magrathea e são atacados por uma nave Vogon. Infelizmente, graças a uma pergunta feita por Arthur Dent ao computador, é impossível usar o motor da improbabilidade e eles se encontram à deriva até que Zaphod resolve fazer uma sessão espírita para contactar seu bisavô, Zaphod Beeblebrox Quarto. Após de uma longa discussão e sermões, o bisavô de Zaphod não apenas ajuda os tripulantes tirando a Coração de Ouro do ataque, mas também lembra Zaphod de qual a sua missão super importante que ele não se lembrava, sendo ela encontrar o regente do universo. Trillian, Arthur Dent e Ford Perfect continuam na nave, enquanto Zaphod e Marvin foram parar inexplicavelmente em Beta da Ursa Menor, a nova sede da editora do Guida do Mochileiro das Galáxias. Zaphod rapidamente se lembra do que seu bisavô lhe disse e continua a procura do regente do universo. Quando Zaphod entra no prédio da editora responsável pelos Guia, ele se lembra que se tornou um foragido por ter roubado a Coração de Ouro e, como o ex-presidente do universo não quis se render, o edifício inteiro é retirado de Beta da Ursa Menor e levado para Frogstar B, o planeta mais radicalmente maligno de toda a galáxia. Em Frogstar B, Beeblebrox é obrigado a entrar no Vórtice da Perspectiva Total, uma máquina que destrói até o último pedacinho da alma de alguém apenas mostrando o quão pequeno s insignificante sua existência é diante da imensidão do universo. Após tudo que acontece no Frogstar B, Beeblebrox continua sua missão e depois decide comer no restaurante mais próximo e os cinco tripulantes vão parar no restaurante no fim do universo (literalmente é um restaurante no fim do universo), que fica no planeta Frogstar B, perto em distância porém muito distante no tempo. No restaurante eles tem uma ótima refeição, alta diversão, confusão e muita, muita, muita bebedeira.

Com seu estilo inteligente e sagaz (para não dizer totalmente noonsense, Douglas Adams prende o leitor a cada página numa maravilhosa aventura de ficção científica combinada aí mais fino humor britânico, que conquistou fãs no mundo inteiro. Uma verdadeira viagem, em qualquer um dos mais improváveis sentidos. Em breve postarei a resenha do terceiro livro. xx

O melhor do Mundo POP, com a qualidade RDT que você merece!
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